Homicida é preso após agredir companheira e incendiar casa em Catanduvas (SC)
Homem de 31 anos foi preso preventivamente em Catanduvas (SC) após agredir a companheira e incendiar a casa dela, que foi totalmente destruída. O caso, registrado em 29 de dezembro, é investigado como violência doméstica, lesão corporal e incêndio criminoso, com atuação rápida da polícia e da Justiça.

Homem de 31 anos foi preso preventivamente em Catanduvas (SC) após agredir a companheira e incendiar a casa dela, que foi totalmente destruída. O caso, registrado em 29 de dezembro, é investigado como violência doméstica, lesão corporal e incêndio criminoso, com atuação rápida da polícia e da Justiça.
O que se sabe sobre o caso em Catanduvas
Um homem de 31 anos foi preso preventivamente na tarde de segunda-feira (5) pela Polícia Civil de Santa Catarina , suspeito de agredir a companheira e incendiar a casa em que ela vivia, em Catanduvas, no Meio-Oeste catarinense. Ele é investigado por violência doméstica, lesão corporal e incêndio criminoso.
A prisão ocorreu após o suspeito se apresentar voluntariamente à Delegacia de Polícia, acompanhado de seu advogado. O caso aconteceu na madrugada de 29 de dezembro de 2025, na área rural do município, e chamou a atenção pela gravidade e pelo nível de destruição causado.
Segundo informações da Polícia Civil e da Polícia Militar, a residência da vítima, de 27 anos, foi totalmente consumida pelas chamas, assim como todos os seus pertences. O Corpo de Bombeiros Militar foi acionado, mas, quando chegou ao local, pouco pôde ser salvo.
Como foi a noite do crime, segundo a polícia
De acordo com o relato da vítima e o registro da ocorrência, tudo começou com uma discussão entre o casal. Após o desentendimento, a mulher teria deixado a casa e buscado abrigo na residência da mãe, que fica no mesmo terreno.
Ainda conforme o boletim policial, o suspeito teria retornado ao local em um veículo, já na madrugada, e ateado fogo à casa em que o casal vivia. Na sequência, ele teria desferido golpes contra a vítima, que sofreu lesões corporais classificadas como leves, e fugido em seguida.
A Polícia Militar informou que, naquela mesma noite, outras duas ocorrências envolvendo o mesmo casal já haviam sido registradas. Esse histórico de chamadas reforça, segundo investigadores, um padrão de violência e conflito que não começou naquele dia.
A atuação da Polícia Civil e da Justiça
Diante da gravidade dos fatos — agressão em contexto de violência doméstica somada a incêndio criminoso — a Polícia Civil instaurou inquérito policial para apurar o caso. Com base nas provas iniciais, depoimentos e registros da PM, a autoridade policial representou pela prisão preventiva do investigado.
O pedido foi encaminhado ao Poder Judiciário, que expediu o mandado de prisão ainda em 29 de dezembro. A efetivação da prisão, porém, ocorreu quando o suspeito se apresentou voluntariamente à delegacia, dias depois, acompanhado de advogado.



