Acélio Casagrande assume Saúde estadual com foco na regionalização

O secretário de Estado da Saúde, Acélio Casagrande, tomou posse nesta segunda-feira, 22, e falou com a imprensa sobre os projetos eaçõespara2018àfrentedapasta. O ortopedista Marcelo Lemos dos Reis será o secretário adjunto e trabalhará com Casagrande para reduzir custos, otimizar recursos e regionalizar a Saúde. As nomeações foram publicadas no Diário Oficial20.693,de19/01/2018.
Acélio Casagrande retorna à casa com um grande desafio.“Teos linhas definidas de trabalho e estamos ainda montando a equipe que buscará os resultados conoso. Nossa prioridade é efetivar a regionalização da Saúde, tirar as ambulâncias das estradas, organizar os serviços em cada região do estado, vocacionar os hospitais. Para isso, vamos fazer o Plano Diretor de Regionalização Regional (PDR), que é um plano emergencial com critérios rígidos daquilo que os hospitais e municípios podem oferecer”, explica Casagrande.
Aliado a isso, as secretarias municipais de Saúde serão chamadas para um grande trabalho de prevenção.“Não adianta só tratar o doente. Precisamos trabalhar a prevenção, evitando que o paciente com diabetes não chegue descompensado nos hospitais e nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs). Será um trabalho de interação com programas específicos e de excelência com integração dossistemas”,falaosecretário.
O avanço da Telemedicina foi outro tema tratado. “Vamos continuar desenvolvendo a Telemedicina para que nosso plano de regionalização se fortaleça. Onde as pessoas consigam ser atendidas nas suas regiões e o médico consiga ter um parecer rápido pelo especialista”, cita Casagrande.
No final da entrevista coletiva, o secretário Acélio Casagrande informou que estará reunido nesta terça-feira, 23, pela manhã, com o ministro da Saúde, Ricardo Barros, para se apresentar como novo gestor da pasta e solicitar mais recursos para Santa Catarina. “Queremos aumentar o per capita e, para isso, temos que apresentar soluções ao ministério. Um caminho é mostrar que o estado produz mais do que recebe e, o outro, é fazer as habilitações para isso. Precisamos aumentar a receita e diminuir as despesas. Tenho uma ótima relação com o ministro e demais pro- fissionais do Ministério da Saúde, então as expectativas são muito boas”, conclui Casagrande.






