TSE atua pela transparência no pleito de 2018
Adjori/SC é signatária da Carta de Compromisso que integra campanha do Tribunal, lançada em Florianópolis, com a presença do ministro Luiz Fux

A Associação dos Jornais do Interior de Santa Catarina (Adjori/SC) assinou no início desta semana a Carta de Compromisso que integra a campanha Eleição com participação é eleição sem corrupção, numa iniciativa do Tribunal Regional Eleitoral (TRE/SC). A intenção é atuar em parceria com instituições públicas e privadas, desenvolvendo ações dirigidas a eleitores, prefeituras, partidos políticos e imprensa, conscientizando para o combate à corrupção no pl nanciamento de campanhas eleitorais. A assinatura do documento aconteceu durante a passagem por Santa Catarina do projeto Justiça Eleitoral Itinerante, que teve a presença do presidente do Tribunal Superior Eleiotral (TSE), ministro Luiz Fux.
Elas podem - No mesmo evento foi lançada também uma segunda campanha do TRE/SC: Mulheres na Política. Elas podem, o Brasil precisa A ideia é ampliar a participação feminina nas atividades políticas, superando um desequilíbrio histórico de gênero. Atualmente as mulheres representam mais de 50% do eleitorado, porém, ocupam menos de 10% dos cargos eletivos. Outra meta da campanha institucional é acabar com as candidaturas fraudulentas.
Nas eleições de 2016, conforme o TSE, cerca de 18 mil candidatas não obtiveram nenhum voto, o que indica que as candidaturas foram apenas para cumprir cotas. Todo o conteúdo foi criado pela equipe de comunicação do TRE catarinense, e o material será usado em todo o país pelo TSE.
Eleições 2018 - Na passagem por Santa Catarina, o ministro
Luiz Fux ressaltou que a aplicação da Lei da Ficha Limpa será prioridade da Justiça Eleitoral no pleito deste ano. Outro ponto que mereceu destaque na fala do presidente do TSE foram as fake news. Para combater essa prática, agentes da Agência
Brasileira de Inteligência, Polícia Federal, Ministério Público
Federal, entre outros órgãos, estarão prontos para intervir, se necessário. O ministro não descarta a anulação de resultados caso pl que comprovado que determinada campanha obteve êxito com base em propaganda enganosa ou inverdades. Além disso, aqueles que compartilharem informações falsas responderão civil e criminalmente.
Com informações de Agência Adjori/SC. Texto revisado pela redação.






