SEE JORNAISQuarta-feira, 14 de outubro de 2026Leia também: Jornal Parole
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Governoacionaotrator

Depois de um 2015 recheado de dúvidas sobre a consistência da base aliada do governador Raimundo Colombo na Assembleia, esta emana o Centro Administrativo pôde contar com a maioria na Casa. Maioria que passou raspando no caso de uma das MP's da Segurança, que obteve o mínimo necessário para sua aprovação (21 votos) ou que foi folgada, como no projeto que transforma as RegionaisemAgênciasdeDesenvolvimento,quandoabasechegoua31sufrágios.

Embora ela tenha garantido duas vitórias importantes ao Executivo, cou escancarada sua volatilidade. Mas, o fato de não ter havido derrotas ou recuos diante de duas pautas polêmicas, revela quehouveumamelhoranorelacionamentocomoLegislativoetambémnaarticulaçãopolítica.

A oposição, aliás, leia-se o PT, acusa o governo de liberar verbas aos municípios, que seriam indicadospelos deputados,em trocados preciososvotos na Alesc. Algo que o secretário Nelson Serpa (Casa Civil) nega com veemência. De qualquer forma, o resumo da terça é este: o governo tratorou a oposiçãoeasdivergênciasnaAssembleia.

Freio de arrumação

O assanhamento do PMDB de Santa Catarina, que foi ao encontro nacional da Fundação Ulysses Guimarães, a bordo de discursos de desembarque do governo Dilma, cou só nisso:

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assanhamento. O vice-presidente Michel Temer tratou de informar aos revoltosos que o partido não sai do governo.

Aldo articula presidência

Vice-presidente da Assembleia, o deputado Aldo Schneider (PMDB) já atua fortemente nos bastidores para conquistar a presidência da Casa em 2017. Neste ano, a tradição – inaugurada por Júlio Garcia em 2005 – de eleições por consenso deve chegar ao m.

O outro postulante que se move internamente, por enquanto, é o tucano Leonel Pavan, quejáfoisenador,vice-governadoregovernador em mandato-tampão. Mas no contexto atual, o peemedebista começa a vislumbrar melhores condições para vencer a disputa. Além do apoio dos 10 deputados do PMDB, Aldo está se aproximando dos oito parlamentares do bloco dos pequenos partidos, formado por PSB, PDT, DEM, PCdoB, PPS e PR. Somados estes votos, já seriam 18 em favor do peemedebista, que não deve ter muita diculdade para cabalar pelo menos mais duas adesões na bancada do PT, já que seu oponentedeveserumtucanodequatrocostados.

Se zer 20 votos, Aldo Schneider assume a presidência da Alesc, pois é mais velho do que Pavan.

Costurando

Gelson Merísio, Paulo Bornhausen e JorginhoMello,presidentes,respectivamente,doPSD, PSB e PR, têm conversado bastante ultimamente.

Firmaram uma espécie de pacto de não agressão que enseja, ainda, uma aproximação entre as três legendas e entendimentos pontuais, onde for possível, já nas eleições de 2016. Como pano de fundo, está o pleito estadual de 2018, quando as trêslegendaspodemestarnomesmobarco.

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