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Em visita a Itajaí, Eduardo Campos fala em unir o Brasil

Em sua primeira visita a Santa Catarina desde o início da campanha eleitoral, o candidato Eduardo Campos (PSB) falou sobre propostas para o Estado e disse que é hora de unir o Brasil.

Acompanhado d o candidato a senador Paulo Bornhausen (PSB) e do candidato a vice-governador Joares Ponticelli (PP), Eduardo esteve em Itajaí na noite desta quarta-feira (dia 30). Por um problema familiar, o candidato a governador Paulo Bauer (PSDB) não pôde comparecer ao evento.

E m s e u discurso,

Eduardo lembrou que Santa

Catarina se endividou nos últimos anos e o governo federal "virou as costas para o Estado", ao não investir em obras de infraestrutura. O presidenciável citou a lentidão no processo de duplicação da BR-280 e da

BR-470 como exemplos da pouca atenção de Brasília com Santa Catarina.

Também disse que, como presidente, vai investir em ferrovias para trazer insumos aos avicultores e suinocultores catarinenses e levar o produto até os portos.

"Hoje, a saca de milho que custa R$ 11 no Mato Grosso chega a R$ 24 a Santa Catarina", disse Eduardo, em referência ao custo elevado do frete em estradas malcuidadas, o que impacta o agronegócio catarinense.

Ao lado de Paulo Bornhausen, Eduardo disse que conta com ele no Senado. E acrescentou:

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"Com Paulo Bornhausen, Santa Catarina terá no Senado um jovem talentoso, sério, que herdou o exemplo de dignidade dentro de sua casa. De respeito ao dinheiro público. De amor a este Estado. De amor ao Brasil".

Bornhausen citou a junção de forças em Santa Catarina para ajudar o Brasil a mudar e afirmou estar preparado para ser o senador de todos os catarinenses:

"Conheço todos os municípios catarinenses. Procuro ouvir, escutar, aprender. E, com humildade, fazer alguma coisa pela minha gente."

Já Eduardo Campos também falou que, se eleito, trabalhará por um novo pacto federativo, pela escola em tempo integral, por mais qualidade na saúde e garantiu apoio e incentivo ao setor pesqueiro. Segundo o candidato, o Ministério da Pesca, hoje, é mal-gerido.

"Temos um ministério da Pesca que só serve a para pescaria dos políticos. Não serve para a pescaria dos trabalhadores.".

No encerramento, citou a propaganda eleitoral na TV:

"É preciso ter coragem para disputar uma eleição com apenas 1m50seg de tempo de TV. E é preferível que seja assim, para que eu tenha as mãos livres e limpas para mudar o Brasil de verdade."

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