SEE JORNAISQuinta-feira, 15 de outubro de 2026Leia também: Jornal Parole
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Uma questão de opção!

Se existisse um frasco em que pudéssemos preencher com o abençoado e precioso líquido do conhecimento, qual o volume que este frasco precisaria ter, ou seja,qua la importância que você daria para este elemento. Por outro lado existe também um frasco para preencher com o viscoso fluido da desinformação. Será que você conseguiria medir os volumes destes recipientes na sua vida?

Nos dias atuais passamos por uma enxurrada de informações que ala g a nossas rotinas,maspara empregar essas preciosidades no dia a dia temos que lapidá-las, afinal nem todas estão pasteurizadas ou não possuem uma impressão clara. Elas são utilizadas no ambiente de trabalho, numa conversa com colegas de setor ou com seu superior hierárquico, entre clientes e fornecedores, nas ruas para termos acessos aos locais que costumamos frequentar e até mesmo na sua casa, naquele minucioso exame das contas da família ou no imprescindível acompanhamento das tarefas escolares de seus filhos. A todo momento você utilizará conteúdos que lhe proporcionam um contato interpessoal adequado. Quanto mais informações você dispor maior domínio terá nos diálogos,inter pre tando sua real importância.

E se acaso os padrões de informação que você acredita que sempre reconheceu como verdade estiverem chegando a você de uma forma um pouco canalizada?

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Imaginem um país do tamanho do Brasil, multicultural, multigeográfico, com realidades sociais altamente díspares em que todos seus habitantes estão debruçado s numa carta magna que não contempla essa pluralidade. De certa forma, mesmo ocorrendo o des favorecimento dos recursos técnicos aos anseios da população, esta galeria não para defuncionar.Esco adiante de nós todos as informações necessária se até as que não iremos utilizar, que podemos descartar. Ao passo que se assumíssemos a condição da fraca representação técnica, em detrimento da população, a própria informação seria forçada a construir uma rede de acessos.Porisso evidenciam o suma desleal e imprudente aplicação de fatores quem aqui a e mascara os conteúdos para alcançar, fluir e repercutir entre nós, proporcionando um variado número de padrões sociais,criandoum aspecto de turbidez nos relacionamentos, prejudicando todos os níveis e categorias sociais. Apesar de um determinado grupo ou outro se beneficiarem desta situação hoje, acreditem, este momento será mais oscilante do que pensam, desfavorecendo alguns setores das rotinas deste grupo. As pessoas acabam se deparando com o dilema do palanque no banhado. Nada será dimensiona l mente preciso e efetivo, concreto e coerente.

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Como o país possui uma legislação inadequada aos padrões de uma sociedade descente absorve-se todo tipo e classe de informação, desvirtuando a capacidade de toda a nação. Potencialmente possuímos as características necessárias para deslanchar mos como uma sociedade desenvolvida mas, com forças "ocultas" depravando qualquer ato bem intencionado, como almejar objetivos? A desinformação nos moldes atuais da sociedade, aqui no Brasil, funcionam como um vírus que ataca e se aloja no usuário, acabando com o conhecimento no seu âmago. Possui blindagem para chegar até as pessoas, pois as verbas do governo asseguram isso. Sua função é a de camufiar a ineficiência dos nossos líderes.

Fazendo uma introspecção, medindo o volume destes conteúdos, a que nível se encontram as informações fúteis e o conhecimento intelectual no frasco de sua vida?

Qual a importância você dá a estes fatores?

Como seria se nossos níveis de desinformação fossem nulos?

Alcançaríamos o desenvolvimento desejado se houvessem instituições que nos entregassem informações e serviços de qualidade?

E se tivéssemos o poder de escolha para abrir as válvulas do conhecimento?

Você optaria por este recurso?

A escolha é sua de se engajar ou não num contexto que poderá nos favorecer antes mesmo que imaginamos.

Existe um futuro próspero para os que não se ocupam com a inércia e prezam pelo bemestar do meio em que vivem. Precisamos elevar nosso padrões, e isso passa pela educação e cultura. Porém, podem ter certeza, o governo não está disposto a resolver isso.

Afinal o que somos hoje? Podemos comparar com as referências que cada um de nós possui ou oque você deseja ser?

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