SEE JORNAISQuarta-feira, 14 de outubro de 2026Leia também: Jornal Parole
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EDITORIAL

Todos gostaram?

Sempre antes de tomarmos qualquer decisãodeveríamosnosperguntar: 1.Traráalgumbenefícioacomunidade? 2.Serábomparaacomunidade?

3.Serábompramim?

4. Poderá prejudicar alguém?

5. Agradará a maioria?

Mas a maioria de nós não faz isto. Decidem autorizar a realização de um evento de som mecânico ao ar livre sem controle em espaço público e sem analisar nada. Apenas e somente apenas o recolhimento de 20% para os cofres de uma associação. Isto segundo o organizador do evento.

Enquanto menos de 10% da população da área urbana de Apiúna curtia aquele“som”os outros 90 sofria dentro de suas casas que chegavam a tremer. Pessoascomproblemasdesaúde cavam ainda pior.

Mas, quem participou, organizou, autorizou,achaqueénormal.

“Quando fazem um evento para a juventude falam. Quando não fazem falam”, foi a expressão utilizada por alguns.

Evento cultural, recreativo é uma coisa, mas evento com um som ultrapassando os 400 decibéis, fazendo tremer as casa a mais de 400m de distância é outra coisa. É baderna, pois o que atrapalha a maioria e ainda passa por cima de leis existentes é baderna sim.

Portanto, é impossível acreditar que algum dia ainda seja autorizado este tipo de evento no centro da cidade. Que seja tolerado carros trafegando com sons absurdamente altos.

Mas, já que não sabemos o que passa pela cabeça de alguns devemos sim comparecer a delegacia e fazer um boletim de ocorrência denunciando este abusocomosossegoalheio.

Chegadeleisquenãosãocumpridas.

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