Reação
Os integrantes da força-tarefadaLava Jato, mais de 300 pessoas entre procuradores, policiais, servidores e juízes, já demonstraram forte poder de reação a outras investidas contra a operação. Mas ogolpechamadoZéDirceulivrefoiomais forte até agora.
Tripé
Dias Toffoli, hoje ministro do STF, frequenta o círculo íntimo da cúpula petista desde há muito. Tem ligações históricas com José Dirceu e o ex-presidente petista. Votou, assim como Ricardo Lewandowsky, que nunca escondeu sua, digamos, simpatia pelo partido, favoravelmente à soltura do ex-guerrilheiro. O terceiro a endossar foi Gilmar Mendes, não menos notório por suas atuações que lembram advogados em começo de carreira.
Desmoralização
José Dirceu pode ser preso novamente (se é que ainda não foi no interstício entre o fechamento da coluna e sua publicação), mas o trio de ministros do STF manchou a história da corte. No tribunal das redes sociais, a concessão de liberdade a José Dirceu rendeu prisão perpétua aos três.
Pena
José Dirceu é condena doa maisde32 anosdeprisão.Mas foi solto pela mais alta corte do país!
Dominó
Figuras do calibre de Antonio Palocci, João Vaccari, Eduardo Cunha e Sérgio Cabral têm tudo para avocar para si as prerrogativas aplicadas à liberdade concedida a José Dirceu.
Meia volta
Antonio Palocci já sinalizou que pode abandonar a adiantada negociação para acordo de delação premiada para seguir os passos do correligionário José Dirceu rumo à liberdade.
Doria em SC
Sangue novo na política e já notório no cenário paulista, o prefeito da Capital daquele Estado, João Doria, estará na Fiesc sexta-feira. Fará palestra sobre os “Primeiros 100 dias de desafios frente à maior prefeitura da América Latina: suas ideias e metas para transformar a gestão pública”. Começa a partir do meio-dia. A Fecomércio está promovendo o encontro.
Anti-Lula
Prefeito de São Paulo, João Doria, recém-nascido para a política, tem encarnado como ninguém o papel do anti-Lula. Apareceu na frente de todos os seus correligionários, que estão há décadas na estrada, na pesquisa Datafolha para presidente da República. Se seria um bom mandatário para o país, aí já são outros quinhentos.
Calote
Deputado Ivan Valente, do PSOL paulista, diz que os números apresentados pelo governo na reforma previdenciária são “mentirosos” e “conta de banqueiros.” Também chamou a atual gestão de corrupta e disse que o verdadeiro rombo da previdência são os grandes caloteiros, a começa pelo Bradesco, que, segundo o deputado estaria devendo R$ 450 milhões ao sistema previdenciário. O partido de Valente apoiou a chapa Dilma/T e mere fazia parte do governo.
Com informações de Coluna do Prisco. Texto revisado pela redação.






