Passividade corrupta
Mesmo tendo viajado para bem longe (Noruega e Rússia), Michel Temer não consegue sair da pauta negativa em torno do seu nome. Enquanto seus generais estão na linha de frente, fazendo todos os movimentos, insuspeitos ou não, para assegurar o mínimo de 172 votos na Câmara e evitar que avance a investigação que deve ser proposta por Rodrigo Janot até o começo de julho (o procurador-geral, que também vem tendo atuação política em pontos bem fora da curva e, portanto, suspeitíssimos), a Polícia Federal colocou mais peso sobre as fileiras do comandante. Principalmente por se tratar da PF. Não é um “mero” delator. Nem um político de oposição.Nemamídia.
Mesmo ainda inconcluso, o relatório preliminar do inquérito da PF sobre o presidente, já entregue ao Supremo Tribunal Federal, aponta prática de corrupção passiva da parte de Temer e do notório Rodrigo Rocha Loures, ex-deputado, amigão do peemedebista e ex-homem da mala hoje preso em Brasília.
A Federal pediu mais tempo para se posicionar sobre a suspeita de obstrução de Justiça. A conclusão virá com a perícia do áudio do não menos notório Joesley Batista em conversa com o presidente na surdinadoPaláciodoJaburu.
Com informações de Coluna do Prisco / Associação dos Jornais do Interior de SC. Texto revisado pela redação.





