O fim
Nosso casal global preferido anunciou o divórcio. William Bonner e Fátima Bernardes, após 26 anos se divorciam.
Pois bem. E por que abordar isso na coluna? Para que todos tenham conhecimento de que desde 2010, os motivos pela qual um casal vem a se divorciar, pouco importa: traição, falta de afeto, discussões, incompatibilidade de gênios... não importa... as emoções cam fora do processo judicial ou mesmo dos cartórios quandoodivórciohojesedánaformaextrajudicial.
Em verdade, cada ser humano pode buscar sua felicidade a qualquer tempo e ao judiciário, como às pessoas, não é dado intervir nesse contexto. Cada um comsuasvontadesesuaconsciência.
Evidentemente, visualiza-se hoje um aumento nos divórcios dada a facilidade jurisdicional (extra ou judicial: nos cartórios ou mesmo no Fórum). O que há que se repensar, talvez, seja o automatismo em que as pessoas se unem pela união estável ou casamentos numa busca desenfreada de afeto e carinho sem o tempo de maturação do relacionamento. Talvez, as pessoas desistam muito rapidamente do relacionamento.
Não há fórmula mágica ou receita para o sucesso... e isso já era anunciado no século passado por Carlos DrummonddeAndrade,nasuaQuadrilha:
“João amava Teresa que amava Raimundo que amavaMariaqueamavaJoaquimqueamavaLiliquenão amava ninguém. João foi para os Estados Unidos, Teresa para o convento, Raimundo morreu de desastre, Maria cou para tia, Joaquim suicidou-se e Lili casou-se com J. PintoFernandesquenãotinhaentradonahistória.”





