O cavalo de Doria
Embora seja cristão novo na política partidário-eleitoral, o prefeito paulistano, João Doria Junior, de fato está incomodando lideranças tradicionais da política no Sul do mundo.
Com Aécio Neves fora do páreo em função das gravíssimas denúncias que apontam para condutas irreparáveis, sob o ponto de vista das urnas, o tucanato esperava ungir o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, como seu candidato presidencial. Os tucanos correm contra si mesmos e contra o tempo. Lula da Silva nunca desceu do palanque e é a única opção daqueles que se autointitulam a“esquerda”brasileira.
Cada passo do ex-metalúrgico tem repercussão na imprensa, nas redes sociais, nas rodas de conversa.
Na outra ponta, o PSDB bate-cabeça. Também porque o próprio Alckmin já foi chamuscado pela Lava Jato, ainda que suas pretensões não estejam comprometidas.
O que aguça o apetite do dinâmico e midiático prefeito da maior cidade da América do Sul. Na segunda-feira, depois de ter sido alvo de Rodrigo Maia que, com outras palavras, o chamou de cavalo paraguaio, Doria trocou afagos com Michel
Temer. Sempre se aconselha a um presidenciável, seja tucano ou petista, ficar numa boa com pelo menos parte do
Manda Brasa. E o PT segue sua marcha em prol do ex-presidente, candidato único destecampo“ideológico”.Enãosesabese
Doria é cavalo paraguaio, cavalo de trote para chegar longe ou um verdadeiro cavalo deTroia.
Com informações de Coluna do Prisco (Associação dos Jornais do Interior de SC). Texto revisado pela redação.





