... não somos palhaços
Estamosatravessandoumperíododetransição entre um desgoverno de regime judiciarista para um desgoverno total.
É impossível acreditar que exista m neste túnel totalmente sem luz. Não há como acreditar em legisladores que fazem uma reforma política de marcha ré, sem nenhum avanço na busca de transformaroBrasilrealmenteemumarepública.
Vejamos: aumentaram o tempo de governo e de legislaturas e mantiveram eleições separadas, fazendo com que continuemos gastando fortunas que o país não tem; não acabaram imediatamente com a reeleição do executivo e mantiveram para sempre as reeleições para deputados e senadores; mantiveram a proporcionalidade fazendo com que continuemos trabalhando para sustentar unidades da“federação”que nada ou pouco produzem, a não seroíndicedemográco;mantiveramaquantidade absurda de parlamentares.
É visível as mudanças que beneciam os próprios legisladores e não a população, o trabalhador.
Três senadores por estado? Por que? Eram apenas dois e para manter o controle os militares, em período ditatorial, geraram mais um que era biônico (indicado pelos governadores, que tambémnãoerameleitosdeformadireta.
Dois não seria suciente? Claro que sim, pois nada ou pouco fazem e assim as despesas seriam cortadasemumterço.
Por que 531 deputados para 27 unidades federativas, se a proporcionalidade que é mantida é sobrenúmerosdemaisdemeioséculoatrás?
Brincamtodososdias,nossoslegisladores,com julgamentos na comissão de ética e ninguém é punido.
Nosso judiciciário, nem devemos falar, faz tempo que está podre na sua cúpula indicada pelos legisladores.
Pois é, estamos sendo feitos de palhaços por nossoslegisladoresmas,realmentenãosomosnem parecidos com palhaços e não temos o nariz de palhaço.
Portanto, precisamos lutar para nas eleições, não importa se municipal ou estadual e federal, não sejamos manipulados qual marionetes e tratados como palhaços.





