Esquizofrenia
Por volta do século XX, a esquizofre nia torna-se uma identidade distinta. Mas foi pela mão de Kraepelin e Bleuler que a esquizofrenia ficou definida como um estado doentio do indivíduo, onde se divide entre a vida emocional e mental, por uma incapacidade, de comunicação com o ambiente.
Esquizofrenia é uma psicose, onde o paciente, sem causas ainda conhecidas, começa a apresentar sintomas que vão afastando o mesmo da realidade e ele acaba por construir um mundo particular, fantasioso, absurdo, e muitas vezes impossível de ser compartilhado com as outras pessoas. Geralmente iniciando-se por volta dos 15 aos 25 anos de idade.
A esquizofrenia é uma das patologias que mais sérios problemas criam à psiquiatria, apresentando maiores dificuldades clínicas no que se refere ao diagnóstico, e no que diz respeito ao êxito terapêutico.
É considerada como uma doença da personalidade que afeta a zona central do eu e altera toda a estrutura vivencial do sujeito. Trata-se de uma situação clínica, em que ocorre um efeito coma realidadeda vida do sujeito alterando seu comportamento, pensamentos e a relação do indivíduo com os outros no seu dia a dia.
A doença apresenta como uma das características a perda de capacidades de crítica do doente referente á doença. Sendo assim o “doente esquizofr ên ico, normalmente não tem a noção que está doente". Isola-se em seu mundo com receio de não ser compreendido pelos outros, não pede aux lio fazendo ao í í contrário do que muitos outros doentes fazem.
A squizofrenia é considerada como o e e paradigma das psicoses sendo caracterizada assim por possuir uma sintomatologia vasta, sendo uma doença devastadora das funções psicológicas do individuo, agindo na capacidade individual. O indivíduo perde a consciência do real ou a distinção entre o real e o imaginário.
Classificação da esquizofrenia se gundo DSM IV Esquizofrenia Paranoide - Esquizofrenia Catatónica - Esquizofrenia Desorganizada -Esquizofrenia Residual - Esquizofrenia Indiferenciada.






