Eleições 2014: a decisão é sua
Chegamos mais uma vez em uma das encruzilhadas de nossa vivência social. Vários caminhos nos são apontados, mas um só seguiremos conduzidos pela maioria. Através do voto das pessoas de bem, dos ignorantes, analfabetos, “maria-vai-com-asoutras”, corruptos, será formada a maioria para apontar o que todos nós devemos fazer de nossas vidas nos próximos quatro anos, isso se ninguém resolver mudar o sistema e se perpetuar no poder.
Chegou a hora de votarmos, mas confiar nas propostas de quem?
Este é o dilema dos honestos, trabalhadores, que buscam o melhor para os seus e para toda a sociedade. Os poucos cidadãos honestos e éticos que restam ficam entre a cruz e a espada, na busca de tentar adivinhar quais dos candidatos é realmente honesto.
Um grupo de cidadãos brasileiros, preocupados com os destinos de nossa sociedade, buscou durante vários anos aprovar uma lei que não deixasse os corruptos condenados serem candidatos, mas eis que no meio do caminho estava o Supremo Tribunal Federal, e vários corruptos através de liminares nos TJs da vida e decisões do STF estão aí disputando as eleições. Volta à pergunta: confiar em quem?
Quanto mais esclarecidos somos mais sofremos com a nossa própria indefinição, pois tentamos fazer o certo, mas nos deparamos com verdadeiras muralhas de imoralidade existentes em toda a sociedade. E não é só aqui. É no mundo todo. Será que o “homem” é realmente um ser naturalmente corrupto? Será que os honestos e os preocupados com a vivência social serão sempre minoria?
O que vemos são políticos, operadores da justiça, jornalistas e muitos outros, e até mesmo heróis da história, envolvidos em atos pouco lícitos.
Uma pessoa simples disse em uma entrevista de rua para uma emissora de TV uma frase que marcou. Uma frase que define uma verdade que infelizmente a maioria não mais a conhece. Uma verdade que deveria ser o esteio, a base do caráter de um cidadão de bem.
“Certo é certo mesmo que ninguém faça; errado é errado mesmo que todos façam.”
Busquemos refletir bem neste dia 05 de outubro sobre isso. Busquemos lá no fundo do nosso âmago o que realmente queremos dos próximos quatro anos, para não nos arrependermos depois, e para que não levemos juntos, em um caminho sem volta, todos os demais.
Por favor, nada de maria-vai-comas-outras. Quem decide quem vai ganhar não são as pesquisas, mas sim o nosso voto.





