E agora?
Quando o barco começa a afundar todos nós sabemos o que acontece. Nossos avós diziam, em seus sábios ditados, que eram os ratos os primeiros a abandonarem o navio.
Na política brasileira não está sendo diferente: os ratos e até o timoneiro já saltaram do Governo que está a deriva e com direção incerta. Podem achar que é rude, grosseiro, a nossa posição, mas é notório de que o PMDB, a maior bancada do Congresso Nacional, sempre dirigiu a Nação com sua pressão política e com a sedeinigualáveldecargosepoder.
Os principais Ministérios com seus gordos orçamentos sempre estiveram com o PMDB desde os tempos de Sarney. Mesmo aqui em Santa Catarina é o maestro da grande orquestra, o Governo, desde 2003 e com um mesmo vicegovernadorhámaisde9anos.
Saem da base aliada do Governo Dilma, todos em la, como se nada tivessem a ver com os problemas que estamos todos vivendo de desmandos e desaques,assaltos,asempresasestatais.
Temer, por sua vez, tenta passar por bom moço mas, engana-se ele se acha que o povo já não é sabedor de que o mesmo dinheiro sujo, roubado da Petrobrás o colocou na vice-presidência da República.
Mas, de nada adianta apontarmos todos os culpados, pois provavelmente não escapará ninguém entre os milhares de políticos deste país. O que precisamos agora é denirmos estratégias, um novo comandante e novos timoneiros para não deixar que o nosso país realmente afunde neste mar de lama e que consigamos nos próximos anos voltar a navegar em águas tranquilas.
A melhor solução seria uma nova eleição, mas infelizmente não podemos conar nem mesmo nos tribunais de justiça desse país e portanto, isso será quase impossível.
Oquedevemosfazer:rezar.




