Deboche
Fundo partidário foi triplicado.

Em 94 o fundo partidário era de R$729 mil reais. Em 2014 o fundo já estava em R$289,5 milhões, e agora, por uma emenda de plenário do relator do orçamento da União senador Romero Jucá do PMDB de Roraima e aprovado pela Presidente Dilma, foi triplicado, chegando aos “míseros” R$867,5 milhões.
O salário mínimo em 1994 era de R$ 64,79. Se nestes 21 anos tivesse o mesmo aumento do fundo partidário, 1.586%, estaria em R$ 77.127,00.
Um deboche para com o povo brasileiro, pois enquanto reduz direitos e deixa de repassar os recursos de obras o governo federal gasta para manter seus aliados.
Representantes de partidos, como o ministro das Cidades, Gilberto Kassab (PSD), e o presidente do PT, Rui Falcão, pediram à presidente a manutenção da emenda ao Orçamento que multiplicou por três os recursos destinados ao fundo, principal forma de financiamento das legendas. Em março, o Estado antecipou o movimento das siglas pela elevação dos recursos.
Auxiliares de Dilma apontam que a sanção deve-se, principalmente, a dois fatores: evitar novos atritos com o Congresso Nacional em um momento crucial para a aprovação das Medidas Provisórias (MPs) do ajuste fiscal; e reforçar o discurso petista em defesa do financiamento público de campanhas eleitorais, corroborando a decisão recente do PT de não aceitar mais recursos de empresas.
Pela distribuição dos recursos, o PT será o partido que receberá o maior volume de recursos do fundo partidário - serão R$ 116 milhões, segundo cálculo da Consultoria de Orçamento da Câmara dos Deputados.




