Críticas
Como diz um antigo ditado: quem não quer receber críticas nada deve fazer, e em hipótese nenhuma deve virar vidraça. Mas, quando as pedras passam a estilhaçar nossos vitrais não há como não nos defendermos.
Pedras atiradas ao léu por alguns aventureiros, do ramo do jornalismo, que nada fazem e nada fizeram em benefício de seus municípios e de suas comunidades, acabam por causar pequenas manchas na vida ilibada de outros.
Com muito orgulho e dedicação fundamos há 18 anos um veículo de comunicação impressa que sempre teve como objetivo divulgar Apiúna e região, mostrando que aqui fazemos e fazemos bem feito.
Claro que também existe a necessidade de divulgar as irregularidades para manter o leitor sempre atento aos problemas queo rodeia.
O Jornal Cabeço Negro sempre cumpriu seu papel, e mesmo com grandes dificuldades chega semanalmente aos leitores com matérias de assessorias públicas,próprias etambém da agência Adjori/sc, a qual fazemos parte ativamente, participando da diretoria executiva e das ações em prol dos jornais do interior deSantaCatarina.
Portanto, o CN jamais será apenas um veículo de comunicação que pratica o mau jornalismo, aquele do Ctrl C Ctrl V (copia e cola) sem nenhum respeito as fontes.
Respeitamos,emuito,nossosleitores.
Seu nome tem origem no nome Apiúna - nome de origem indígena (Botocuda) que tem por significado: cume de montanha arredondado em forma de cabeça (cabeço) e escuro (negro). Após cinco anos foi transformado em um jornal comercial de propriedade da See Editoração de Jornais
Ltda - Me, e em janeiro de 2007 foi registrado junto ao cartório de registros da comarca de Ascurra, sendo o único veículo de comunicação impressa registrado pertencente a
Apiúna. Em pouco tempo transformou-se em um ícone de veracidade em suas informações, um símbolo de credibilidade. O Cabeço Negro é um tablóide com circulação sem anal possuidor da certificação do IV C-Instituto Verificador de Comunicação.






