A esperança ainda permanece nos jovens (2)
Com muita satisfação, recebi alguns feedbacks de leitores sobre o que escrevi dos jovens na coluna do mês de julho. Foi prazeroso perceber a preocupação que há nos leitores que buscam sempre estar atualizados com o mercado. Depois de uma conversa com um empresário da cidade, cheguei a uma outra conclusão, que seria um complemento ao escrito da última vez.
Existem jovens e jovens. Se por um lado há jovens que buscam incessantemente o aprimoramento profissional e uma oportunidade para mostrar que pode ser muito produtivo, por outro lado, há os jovens que pensam que merecem ocupar o lugar dos “chefes”, se ainda utiliza-se este termo.
De quê adianta o jovem receber a tão esperada oportunidade e não ter a humildade ou o discernimento necessário para se colocar como um aprendiz ou alguém que tem muito a absorver dos outros colegas de trabalho? De que adianta o jovem iniciar em uma empresa com renome e utilizar do recurso tão vergonhoso que se criou em nossa região, que é a “cultura do atestado”?
Neste cenário temos duas argumentações, ambas corretas. O jovem, que necessita de um espaço e muitas vezes é prejudicado por outro tipo de jovem, e o empresário, que já passou por inúmeras situações que o ensinaram a ficar com um pé atrás e não arriscar ter um funcionário ou “colaborador” que o enfrente e que não traga os resultados esperados.
Agradeço
Aos que leram o material publicado no Jornal de Santa Catarina e Diário Catarinense sobre nossa cidade.
Agradeço também aos que parabenizaram e aos que parabenizam todos os meses por esta coluna. Com certeza, serve e servirá de motivação para continuar escrevendo!





