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Coluna do Prisco

A bomba previdenciária

Sob a batuta do secretário Antônio Gavazzoni, o governo conduziu com extremo cuidado e esmero a construção do projeto que institui um fundo de previdência complementar, ou privada,paraosservidorespúblicosestaduais.

Foram nada menos do que 22 reuniões, envolvendo secretários de Estado, técnicos da Fazenda e representantes dos demais poderes: Judiciário, Assembleia, Ministério Público e Tribunal de Contas. Antes que a peça chegue à Alesc, caixa de ressonância de concordâncias e discordâncias, o próprio Raimundo Colombo apresentou a proposta aos chefes dos poderes. Eles terão 10 dias para fazerem suas considerações para que o projeto chega à Alesc “redondinho”. Com todo esse cuidado, o Centro Administrativo espera não ter muitos problemas para aprovar a reforma. Basicamente, o Estado quer passar a pagar aos futuros servidores estaduais o teto do INSS, de R$ 4,6 mil aos aposentados. Aqueles que desejarem ganharmais,passariamacontribuirparaumfundoadicional,embutidonoprojetogovernista.

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