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Sistema S pode fechar mais de 60 mil vagas em Santa Catarina

Estimativa faz parte de levantamentos feitos pela Fecomércio (Senac e Sesc) e pela Fiesc (Senai e Sesi). O Sistema S ainda é composto pelo Senar, Sescoop, Sest, Senat e Sebrae.

Sistema S pode fechar mais de 60 mil vagas em Santa Catarina
O Sistema S é administrado pela iniciativa privada e engloba serviços sociais, de aprendizagem e de formação profissional Divulgação / Fiesc

Juntos, o Senai, o Sesi, o Senac e o Sesc podem fechar mais de 60 mil vagas em cursos de capacitação e profissionalizantes, em Santa Catarina, caso as previsões de cortes ao Sistema S se confirmem. O anúncio foi feito pelo governo federal na metade do mês de setembro e faz parte de um pacote de ajustes fiscais e orçamentários que prevê, ainda, a volta da CPMF. O Sistema S ainda é composto pelo Senar, Sescoop, Sest, Senat e Sebrae.

Para o presidente da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc), Glauco José Côrte, “se o governo tira do Sesi e do Senai, tira muito mais do trabalhador”. O argumento também é o mote da campanha em defesa do Senai e do Sesi lançada pela Federação, nesta semana (mais informações no site www.fiesc.com.br/sistemas).

Na mesma linha, o presidente da Fecomércio, Bruno Breithaupt, defende que “reduzir recursos do Sistema S significa contingenciar o acesso à educação em vários níveis, cultura, práticas desportivas, ensino técnico e profissionalizante”. Segundo o empresário, as ações e projetos liderados pelas entidades suprem deficiências graves da gestão pública.

“Sesc, Senac, Senai, Sesi e Sebrae são referências de bom trabalho e boa gestão, inclusive cumprindo papéis que, originalmente, cabem ao Estado, oferecendo educação técnica, qualificação profissional, cultura, lazer e assistência médica”, considera Ivan Tauffer, presidente da FCDL/SC.

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Saiba mais

O Sistema S é administrado pela iniciativa privada e engloba serviços sociais, de aprendizagem e de formação profissional por meio de entidades que atendem setores da economia. Parte dos recursos aplicados pelas instituições vem da chamada contribuição social, feita com base na folha de pagamento das empresas de cada segmento.

Com informações da Agência Adjori / Rede Catarinense de Notícias. Texto revisado pela redação.

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