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Horário de Verão

A partir da zero hora de domingo, 20, entrará em vigor nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do país o horário de verão 2013-2014. Nesse dia, os relógios deverão ser adiantados em uma hora e a medida, que entrará em vigor em dez estados e no Distrito Federal, vai durar até 16 de fevereiro de 2014.

A última edição do Horário de Verão, que iniciou em 21 de outubro de 2012 e terminou no dia 17 de fevereiro deste ano, teve a mesma duração deste próximo HV, e proporcionou uma redução em torno de 5% na carga do sistema elétrico (demanda) da Celesc Distribuição (166MW) e 0,5% no consumo de energia (41,6GWh ou 13,0MWmédios) na área de concessão da Empresa, que abrange 92% do território catarinense. Para o período 2013/2014 está previsto que se mantenha a tendência de economia dos últimos anos.

A redução da demanda apresentada em 2012/2013 foi equivalente a 79% da carga do município de Florianópolis ou 37% da carga de Joinville durante todo o período. Em relação à redução no consumo de energia, o valor equivale ao consumo, durante o período do HV, de um município como Araranguá, com 25.946 unidades consumidoras, ou 10,2% do consumo de Blumenau ou ainda 36,4% do consumo de Lages.

O objetivo principal do horário de verão é reduzir a demanda máxima do Sistema Interligado Nacional no período de pico e, também, o consumo de energia devido ao aproveitamento maior da luz solar. Entre os fatores que auxiliam nessa economia estão a mudança de comportamento dos consumidores residenciais, que aproveitam mais a luminosidade natural adiando o uso de eletrodomésticos, chuveiro e iluminação, e o fato da iluminação pública ser acionada mais tarde, somente quando a luminosidade natural for insuficiente.

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Benefícios

O principal efeito esperado nas áreas do Sistema Interligado Nacional (SIN) onde há a implantação do Horário de Verão é a redução da carga máxima durante o horário de pico, entre 18h e 22h. A aplicação da medida vem sendo praticada nas regiões geográficas onde sua eficácia pôde ser comprovada, garantindo atendimento às áreas críticas, proporcionando folgas à operação para efetivação de manutenções em instalações de geração e transmissão do SIN e economia relacionada à redução de geração térmica para manter níveis adequados de suprimento aos centros de consumo.

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