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“O corpo se desintegrou”

“O corpo se desintegrou”
Rosto do Homem do Sudário em exposição realizada em um shopping da capital paulista Arquivo Jornal Parole

A imagem gravada no tecido de linho é a de um homem cujo corpo se desintegrou depois de ficar levitando. A afirmação é do representante comercial Marcelo da Conceição, 46 anos, 15 deles dedicados a estudar o Santo Sudário. O sudarista, um dos principais do Rio Grande do Sul, e que já palestrou para mais de 100 mil pessoas, sempre sem cobrar nada, foi além. Estudou a Via Sacra e os envolvimentos políticos e econômicos que levaram a morte na cruz do homem chamado Jesus.

Estudos apontam que o corpo passou por um processo de fissão nuclear e a sombra ficou gravada no tecido. O processo é o mesmo que deixou sombras gravadas em paredes em Hiroshima depois do ataque nuclear durante a Segunda Guerra Mundial. Com uma incapacidade incomum de gravar datas, nomes e saber detalhes das exaustivas pesquisas científicas realizadas com o Sudário, Marcelo aponta que pela tecnologia disponível hoje é impossível decifrar todos os mistérios que cercam o tecido. Um exemplo é que o corpo de Jesus não repousou sobre o tecido, pois não há evidências disso e não há restos de decomposição, indicando que ele levitou até se desintegrar.

“Há mais de 3 mil provas sobre a autenticidade do Sudário, com provas. Quem contesta, não apresenta provas. O corpo não foi retirado de dentro do tecido. Ele simplesmente desapareceu, ressuscitou. Como isso aconteceu, só a fé explica. A ciência ainda não conseguiu”, destaca.

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Cientistas da Nasa analisaram o Sudário com um equipamento chamado VP8, utilizado para reproduzir imagens em três dimensões de planetas. Várias descobertas foram feitas. Entre elas, que a imagem tem três dimensões e que é impossível um humano fazer uma pintura como essa uma vez que não existem traços retos e direcionais. “Se o Sudário fosse uma pintura ou desenho, ele foi pintado por um extraterrestre, pois é uma tecnologia que não conhecemos”, afirma.

O VP8 trouxe ainda outras revelações. Havia uma moeda em cada olho do corpo e foi possível descobrir que haviam 73 pontos congruentes com a moeda de Pôncio Pilatos, a dilepton lituus, cunhada no período de 29 e 36 depois de Cristo. Colocar moedas nos olhos era uma prática dos gregos para pagar o transporte da alma e alguns judeus a teriam herdado.

ALTO E FORTE

As pesquisas revelaram que Jesus morreu com cerca de 37 anos e tinha em torno de 1,80 metros de altura e pesava cerca de 79 quilos. Era um homem forte e acostumado a longas caminhadas. Um único glóbulo vermelho encontrado no pano do sudário revelou que pertenceu a um homem com sangue tipo AB.

Três grandes questões e apenas duas respostas

O sudarista Marcelo da Conceição aponta que há três grandes questões em torno do Sudário: 1 - O tecido é legítimo do século I?; 2 - As marcas são verdadeiras?; e 3 - As marcas são de Jesus? “A ciência respondeu que o tecido é verdadeiro, que as marcas são verdadeiras e só não consegue responder se as marcas são de Jesus”, afirma.

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O estudioso destaca que coincidências têm limite. “Tudo o que a Bíblia fala está no Sudário”, destaca. Foi o Papa João Paulo II, em 1988, que decidiu entregar um pedaço do manto, de 7cm x 1cm, para cientistas das universidades de Oxford, na Inglaterra, de Zurique, na Suíça, e do Arizona, nos Estados Unidos. O retalho foi dividido entre eles e chegaram a conclusão, após o teste do Carbono 14, de que o tecido teria sido criado entre 1260 e 1390 depois de Cristo. “Willard Libby, ganhador do Nobel de Química em 1960 e um dos criadores do teste na década de 40, colocou em dúvida o teste realizado apontando uma série de erros. O principal deles foi o de que a quantidade de material utilizada era muito pequena”, conta. Depois deste testes, uma série de outras pesquisas foram realizadas para tentar desvendar o mistério do manto considerada sagrado pelos cristãos - veja na página 3 o resultado das principais pesquisas realizadas no tecido mais investigado em todos os tempos pela ciência.

MORTE DE JESUS

A morte de Jesus ocorreu porque ele colocou em risco a supremacia dos sinédrios, um grupo religioso que comandava a região onde ele nasceu. Era uma espécie de suprema corte. Segundo o sudarista Marcelo da Conceição, a Bíblia aponta que Jesus foi acusado de blasfêmia, mas a verdade é outra. “Jesus se dizia filho do salvador e começou a colocar em risco o sistema político e econômico que existia na época. Os sinédrios afirmavam que o salvador viria do seu grupo e se viram em risco, especialmente porque Jesus insitava o povo a não pagar os impostos”, conta.

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