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As principais pesquisas

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Arquivo Jornal Parole

O Sudário de Turim original está conservado na Catedral de Turim, na Itália, desde o século XIV, e mede 4,41m de altura por 1,13m de largura.

Muitos artistas e pesquisadores tentaram reproduzir a imagem do Sudário e nunca conseguiram. Não há tecnologia capaz de permitir fazer algo igual.

A imagem do Sudário é formada por radiação, como ocorre com um raio X. Não há sombras ou luz, características comuns em fotografias, pinturas ou desenhos. Ela teria sido formada por um processo conhecido como fissão nuclear. O corpo se transformou em luz e se desintegrou.

O teste do carbono 14, para datar o tecido, teria sido realizado com uma amostra muito pequena. Ele foi realizado com autorização do Papa João Paulo II e apontou que o manto teria sido feito entre 1260 e 1390 depois de Cristo. Willard Libby, criador do teste, e outros pesquisadores, apontaram uma série de falhas e desqualificaram o resultado.

Cientistas da Nasa submeteram uma imagem do Sudário ao analisador VP8, o mesmo utilizado para reconstruir relevos de planetas. Foi possível criar uma imagem tridimensional, o que é impossível de ser feito a partir de uma fotografia de uma pessoa.

O VP8 revelou em detalhes os locais de perfurações na crucificação: nos pés e pulsos. Mostra ainda a perfuração de lança no tórax, no lado esquerdo do manto, pois a imagem está espelhada. Se fosse uma falsificação da Idade Média, o artista teria que ter o mesmo nível de conhecimento de cientistas do século XX. A perfuração é compatível com lanças utilizadas na época, com base em comparações com peças encontradas em sítios arqueológicos.

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O corpo envolto pelo manto revelou a imagem de moedas nos olhos. Elas são compatíveis com as cunhadas na época de Pôncio Pilatos.

Foi encontrado sangue no Sudário. Testes indicaram que ele é do tipo AB.

Foram encontrados no tecido pólens de plantas existentes somente em Israel e na região onde Jesus foi crucificado.

O corpo de Jesus não teria ficado mais de 72 horas envolto pelo manto, já que não há resquícios de decomposição.

A imagem mostra um homem com cerca de 37 anos, com altura de 1,75 a 1,80 metros e forte.

Os espinhos da coroa é de uma planta existente somente na região onde Jesus foi crucificado e que era usada em fogueiras. Na verdade, não era uma coroa. Elas foram colocadas dentro de um capacete, “enfiado” na cabeça de Jesus.

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