Exploração Sexual

No dia 18, quinta-feira, o CMDCA, através do presidente Orly Bittencourt e a secretária executiva Mary Ellen Schulz, realizaram em parceria com a Secretaria de Educação e Cultura e o Colégio São João Bosco uma mobilização envolvendo turmas das escolas EBM Victória Cerutti Petters, Escola Wadislau Schmidt, Escola Básica Subida e Colégio São João Bosco onde os alunos puderam assistir a uma palestra para debater sobre o tema da exploração sexual com o palestrante Guilherme Cechelero, cientista social, especialista na área da criança e do adolescente, educador e empreendedor social.
Logo após a palestra, a equipe da Secretaria de Saúde do município também se mobilizou em frente à unidade para se manifestar perante a causa.
O dia 18 de maio foi uma data escolhida como dia de mobilização contra a violência sexual porque em 18 de maio de 1973, na cidade de Vitória (ES), um crime bárbaro chocou todo o país e ficou conhecido como o “Caso Araceli”. Esse era o nome de uma menina de apenas oito anos de idade, que teve todos os seus direitos humanos violados, foi raptada, estuprada e morta por jovens de classe média alta daquela cidade.
A proposta do “18 de maio” é destacar a data para mobilizar, sensibilizar, informar e convocar toda a sociedade a participar da luta em defesa dos direitos sexuais de crianças e adolescentes. É preciso garantir a toda criança e adolescente o direito ao desenvolvimento de sua sexualidade de forma segura e protegida, livres do abuso e da exploração sexual.
Você também pode fazer sua parte: educação sexual é fundamental para garantir o desenvolvimento sexual saudável de crianças e adolescentes, livre de preconceitos, mitosetabus.Asuaatitudepodeajudaramudarosíndices de violência contra criança se adolescente sem nosso país. Denuncie: procure o Conselho Tutelar de sua cidade ou delegacia especializada em crimes contra criança ou adolescente ou uma delegacia comum. Procure saber se no seu Estado também existe um número de denúncia e divulgue ou ligue para o Dique Direitos Humanos (100) ou em caso de emergência190.
Com informações de Prefeitura de Apiúna. Texto revisado pela redação.






